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Para muitos o melhor amigo, para outros um filho amado. A relação entre donos e seus animais de estimação extrapola o racional tornando-se um amor incondicional.

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Amigo Pet

Publicado por: Redação
24/11/2016 11:33:29

Para muitos o melhor amigo, para outros um filho amado. A relação entre donos e seus animais de estimação extrapola o racional tornando-se um amor incondicional. Segundo pesquisa inédita e recente do IBGE, o Brasil tem mais animais de estimação do que crianças. Isso mesmo! No país, temos 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos, enquanto o número de crianças não passa de 45 milhões. Veja o vídeo

 

Com as férias chegando, muitos donos ficam confusos sobre como proceder nas viagens. Grande parte não quer ou não tem onde deixar seus animais. Então, o que fazer? Segundo a advogada Luciana Atheniense, especialista em Direito do Turismo e do Consumidor, o número de embarques de animais de estimação é crescente nas companhias aéreas.

 

“No Brasil, o transporte de animais domésticos é possível desde que apresentado atestado de sanidade do animal fornecido pela Secretaria de Agricultura Estadual, Posto do Departamento de Defesa Animal ou por médico veterinário. O transporte de animais vivos pode ser feito em aeronave de transporte de passageiros em compartimento destinado a carga e bagagem. A autorização de animais na cabine de passageiros fica a critério da empresa. Nesse caso, o transporte deverá ser feito com segurança, em compartimento apropriado, sem causar desconforto aos passageiros”, explica a advoga, que orienta as pessoas a consultarem as companhias aéreas com antecedência, pois elas cobram taxas adicionais pelo passageiro pet. 

 

Embarque internacional

Para não correr o risco de ver o bichinho barrado na hora do check-in nas viagens internacionais, o ideal é verificar as exigências do destino final. “Cada país tem requisitos específicos para autorizar o ingresso de cães e gatos no seu território. Portanto, é importante planejar a viagem do animal com bastante antecedência para dispor de tempo suficiente para cumprir as exigências do país de destino, o que às vezes pode requerer alguns meses. É de responsabilidade do proprietário do animal procurar se informar sobre as exigências junto à Embaixada/Consulado do país de destino.”, orienta LucianaAtheniense.

 

Nas estradas do Brasil

Já as normas para o transporte de animais em ônibus mudam muito de acordo com as regras internas de cada viação. Mas animais que comprometam, por sua espécie, tamanho, ferocidade, peçonha ou saúde, a segurança e o conforto dos passageiros não podem ser transportados.

 

“De forma geral para o transporte de animais de estimação nesses tipos de veículos, o proprietário do pet deve apresentar a Guia de Trânsito Animal – GTA, de acordo com o modelo definido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA. Mas no transporte em viagem intermunicipal de cães e gatos, dispensa-se a GTA, sendo obrigatório, porém, o porte pelo passageiro responsável do Atestado Sanitário. O animal em questão não poderá ser transportado junto com os demais passageiros, exceto o cão-guia acompanhante de deficiente visual. O ideal é consultar a empresa de transporte com antecedência para averiguar as normas e regras”, alerta a especialista.

 

Onde ficar?

Quanto às hospedagens, tanto no Brasil como no exterior só cresce o número de estabelecimentos ‘Pet Friendly’, onde os animais são bem-vindos e a estrutura está adequada para receber os domésticos de pequeno porte. A advogada orienta os viajantes de plantão a ficarem atentos às regras de cada local antes de fechar a hospedagem. “Alguns cobram taxas extras, outros só permitem animais de pequeno porte. É recomendável que o dono no animal fique sempre com a carteira de vacinação em dia e em mãos, pois muitos hotéis podem solicitar no momento do check-in”, completaLuciana Atheniense.


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